No Carnaval da esperança
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(*) Ricardo Viveiros Diante de um candidato ungido pelo ilusório “mito”
Jair Bolsonaro (PL), haverá um conjunto de líderes partidários capaz de,
sem vaidad...
Há um dia
O presente blog foi criado para que nele sejam divulgados temas de interesse geral do administrador e de outros que por acaso enviarem suas contribuições. Não trataremos aqui de um assunto específico. Será então um espaço livre para todas as opiniões. Enfim, tentaremos ter um espaço realmente democrático. e-mail: gilbertolems@oi.com.br
2036 talvez seja o ano em que os homens se esquecerão das guerras, das diferenças entre nações, pessoas ou raças.
Se for confirmado que mesmo numa entre milhares de chances do meteoro venha ao nosso encontro, o homem sentirá o quanto é frágil esse planeta, uma nave pequena que preso na sua órbita é obrigado a girar em torno do sol sem poder se desviar do que o universo em sua matemática lógica e fria tenha calculado para esse pedacinho de mundo.
Desta vez, calculam os sábios de hoje, 2007, se o homem agir ainda poderá tirar da rota de colisão com um pedaço ínfimo do universo capaz de aniquilar o que chamamos de vida e o que denominamos de homem.
Os interesses particulares de cada um, e os interesses de cada nação terão que ser esquecidos para que o interesse geral prevaleça. Caso contrário, os tripulantes dessa nave sucumbirão. Pois, mesmo que a pequena pedra espacial não seja tão grande para destruí-la, os efeitos serão devastadores. E, o homem experimentará o que sentiram os dinossauros e outros tantos animais que só conhecemos por fósseis. Do homem, seja qual for a sua origem, religião, política ou região onde habite restarão outros fósseis iguais aos seus precursores na Terra.
Então, para que o ser humano tenha condições de salvar a terra nesse futuro tão próximo é preciso que dêem as mãos hoje. Pois não adiantará ser a primeira, ou a segunda, ou a terceira potência, estar dominando este ou aquele setor, ter ou não ter essa ou aquela tecnologia. De nada adiantará se o homem não descobrir a tempo que deve sim estar na era da consciência. E, conscientes unirem-se para não acabarem.